quarta-feira, 18 de maio de 2011

o teu cantar o que é prosaico me atordoa: como posso gostar disso? mas gosto. a tuas idéias que não são tuas te fazem original demais. como? eu discordo contigo e te acho ultrapassada, mas será mesmo que te entendo? o teu jeitinho discreto, incógnito, agora toma as ruas, é o primeiro sinal de que o dia despontou.

(meu deus, se eu cresse em ti, te julgaria insano. foi assim que fizeste o amor? sinto-me um personagem de kafka.)

eu vi a tua calcinha e, juro, achei "tão lindo!". queria me abaixar até lá e fungar, com calor e carinho. mas teu olhar miúdo me tirou logo esse pensamento - e todos os outros.

não sei ser eu perto de ti. e quando pretendi que te dominaria não contava com o reverso.

viver é mesmo muito perigoso, guimarães.

2 comentários:

kxaum disse...

Um mestre... sem ter a idade de um mas, o espírito ... já forjado..

Tiago Calado disse...

e viva a Falcão! =]